Profecia
Um dia todas as máscaras hão de cair
E falsos deuses serão descobertos.
Ressentimentos se tornarão espadas
Afiadas espadas de diamante que servirão
Para banhar de sangue relacionamentos impuros.
E eu, que procurava alento
Nas águas turvas de um rio avesso,
Me afogarei feliz carregando na mão direita
A poesia com que me presenteates.
sexta-feira, agosto 24, 2007
sexta-feira, agosto 17, 2007
quarta-feira, agosto 08, 2007
Morte Escrita
Morri ontem
com a glória
que esperava
sentada e sonolenta
O instante que me atravessa
agora
como um estilete
me deixou inteiro pelo lado de fora
Congelado bom senso que
pariu as dores de minha vida
minha morte
gritos
rebuliços das prosas
dos cadernos brancos
As mortes temem túmulos fechados
e lágrimas verdadeiras
morro por enterrar tanta vida
que morre em mim
com a glória
que esperava
sentada e sonolenta
O instante que me atravessa
agora
como um estilete
me deixou inteiro pelo lado de fora
Congelado bom senso que
pariu as dores de minha vida
minha morte
gritos
rebuliços das prosas
dos cadernos brancos
As mortes temem túmulos fechados
e lágrimas verdadeiras
morro por enterrar tanta vida
que morre em mim
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