Morri ontem
com a glória
que esperava
sentada e sonolenta
O instante que me atravessa
agora
como um estilete
me deixou inteiro pelo lado de fora
Congelado bom senso que
pariu as dores de minha vida
minha morte
gritos
rebuliços das prosas
dos cadernos brancos
As mortes temem túmulos fechados
e lágrimas verdadeiras
morro por enterrar tanta vida
que morre em mim
quarta-feira, agosto 08, 2007
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3 comentários:
eu já te disse que acho seus poemas maravilhosos?... não?!?!
então...
seus poemas são maravilhosos, não tenho palavas para dize-lo, basta sentir a beleza!
eu comentei aqui mas aposto que a fernandinha apagou!
claro que não....rs
muito abrigada!!que bom que gosta do que escrevo
bjs
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